Quinta-feira, 25 de Janeiro de 2007

Ágata nas Minhas Mãos !!!

Acordaste lentamente, desprovida por completo de qualquer preocupação e, apesra de não teres reconhecido o Teu quarto, o Teu corpo morno apenas Te segredava languidamente que queria tinha uma sede crescente de Prazer !!!

 

 

Abriste melhor os olhos e tiveste a sensação de estar num enorme pavilhão, com os tectos infinitamente altos e brancos, descobrindo ainda que estavas a usar umas botas de cano muito alto e um curtissimo vestido branco, deitada num mar muito ondulado de grossa mas suave serapilheira...

 

 

Começaste a levantar-Te lentamente e decidiste caminhar por este estranho universo novo, trepando despreocupadamente pelas enormes pregas do estranho tecido até um ponto mais alto...

 

 

O Teu corpo inteiro denunciava uma ténue mas insinuante electricidade e aceitavas tudo o que Te rodeava, sem qualquer hesitação, antes pelo contrário, tinhas um certo desejo de explorar e, de alguma forma, saciar os sinuosos desejos que Te despertavam um ligeiro calor por baixo do vestido...

 

 

As palavras mágicas tinham-Te deixado apenas com o Teu lado sensual e Eu, ainda deitado por baixo dos lençóis, notava pelos teus leves e minúsculos movimentos que, do tamanho de metade de uma boneca Barbie, já caminhavas por cima do tecido na Minha coxa, em direcção a Mim...

 

 

Foi então que sentiste tudo a ondular e a descair sob os Teus pés e, á medida que um gigantesco peito masculino, seguido de um rosto perdido lá em cima, começavam a preencher toda a paisagem mesmo à Tua frente, sentiste-Te inundada pelo aroma quente do Meu corpo gigante, que se descobria com o descair dos lençóis, que mais pareciam cortinados a desmoronar-se aos Teus pés...

 

 

Desequilibraste-Te e caíste a rebolar até à vasta depressão que se abria entre as Minhas pernas... Quando paraste, viste a preencher o ar uma mão descomunal, em direcção a Ti, ao mesmo tempo que troava por todo o lado uma voz calma mas omnipresente - Bom dia, gostei que Me viesses acordar !!!

 

 

Um dedo do tamanho de um tronco, mas estranhamente delicado, passou-Te uma enorme carícia nos cabelos, não conseguindo evitar que ficassem desalinhados... E logo toda uma mão descomunal Te envolveu o corpo, com os dedos a envolver-Te e a apertarem-se, confortáveis mas implacáveis, à volta do Teu corpo, desde a cintura até aos joelhos, mantendo-Te as pernas completamente apertadas, comprimidas uma na outra...

 

 

Não mostras receio e as Tuas mãos amparam-se nos dedos que Te envolvem na cintura, o polegar de um lado e o indicador do outro, para logo Te sentires impulsionada para cima, numa vertiginosa elevação, parando finalmente quando Te segurava em frente ao Meu rosto enorme !!!

 

 

A voz troa poderosa e agora muito mais perto, enquanto os Meus enormes lábios se articulam como ondas do mar - Já vamos brincar, mas primeiro vais-Me cumprimentar todinho como deve ser !!!

 

 

A mão, qual grua hábil, imediatamente Te impulsionou para a frente, até muito perto do Meu rosto, ao qual já não abarcavas as feições mas conseguiste até sentir o calor da simples presença eminente, até que a Tua cara só parasse já encostada aos Meus lábios fechados, que a humedeceram completamente, como suaves e quentes gomos rosados de uma fruta gigantesca.

 

 

Depois aconteceu o mesmo, mas para baixo e desta vez amparaste-Te mais firmemente, porque foi com maior rapidez que Te foste aproximando da minha cintura que se perdia nos lençóis, embora a Minha outra mão tenha antes passado lá em baixo, como uma onda implacável, arrastando todo o mar de pano e desvendando o abismo indecente para onde continuaste a descender, que era nada menos que o espaço de penumbra quente onde, entre as Minhas duas enormes coxas morenas, se estendia um liso, ondulante e vastamente tenso tecido preto, que eram os Meus boxers justos, denunciando um enorme e longo volume, do tamanho de um grande tronco bem redondo e direito…

 

 

Para Ti foi praticamente imperceptível saber o que beijavas, em todo aquele tecido enormemente arredondado, mas para Mim, o Teu minúsculo beijo acelereou-Me o fluxo quente das veias que Me entesaram ainda mais !!!

 

 

Sentias-Te completamente invadida pelo eminente aroma quente do Meu corpo recém acordado entre os lençóis... E voltaste a subir vertiginosamente e, desta vez quis sentir o tacto do Teu pequeno corpo das mais variadas formas… Quis saber como ficaras assim pequenina, quis ver até que ponto Nos poderíamos dar prazer a ambos… E amparando-Te com uma mão, a sentir os pequeninos calores das Tuas nádegas e pernas, toquei o Teu cabelo com a outra mão, que mais Me pareceu um indiviso véu de seda!!! E Tu estremeceste com o incrível contraste entre o Poder do Meu gesto gigante e a suavidade com que Te passei dois dedos pelos cabelos

 

Estavas deliciada pelo calor forte que os Meus contornos gigantes passavam directamente para a Tua pele, mas ao mesmo tempo sentias-Te um pouco perdida por não encontrares uma proporcionalidade que Te correspondesse aos desejos… Mas Eu não queria foder contigo, Eu queria a Minha mini boneca Barbie, apenas para brincar um pouco com as sensações que este desproporção traziam de inédito e original à Tua fantasia do Blog…

 

E tive de espreitar-Te por baixo das saias, tentando ver e sentir, no Teu minúsculo corpo, a perfeitas simetrias da redução, o desenho proporcional do que tanto Me atrai fisicamente numa Mulher… E espreitei, sem grande cerimónia e sem protestos pela Tua parte… Tu sentiste o ar a entrar-Te por baixo do curto vestido e apercebeste-Te do Meu leve sorriso ao longe, na paisagem à Tua frente… E quiseste-Me do Teu tamanho, ali mesmo, já, só para Ti, para satisfazer a electricidade que Te deixava cada milímetro do corpo em plena tensão de espera, de prontidão para Te começar a elevar  de loucura, mas não ia ser assim, Tânia……

Acabei por Te dar um pouco do que querias, embora de forma indirecta, mas foi a melhor posição que encontrei, para Tu Te começares a enroscar sexualmente em Mim, sentindo nas partes do Teu corpo mais indicadas, o que querias começar a sentir, mas aproveitei para Te rasgar lentamente o vestido, que cedeu sem resistência apenas á ponta dos Meus dedos… E senti o Teu corpo pequeno e quente todo no Meu punho, podendo jurar que estremeceste ainda mais e do meio das Tuas pernas fluiu uma milimétrica seiva, que se perdeu na no infimo tecido das Tuas cuequinhas e na Minha pele dos dedos… A Minha tesão, bem cá em baixo, acerrou-se insaciada e latente, sem poder consumar-se no derradeiro acto, mas cada vez mais tensa e apertada nos boxers…

 

Embora suave e lentamente, encostei a ponta de um dedo ao fundo das Tuas costas e, correspondendo aos Teus desejos mais loucos, fui-Te apertando com pequenos impulsos contra o Meu dedo erecto, que Te aquecia incrivelmente o Sexo todo por entre o tecido das cuequinhas, que já tinhas completamente encharcadas e que agora Eu distinguia a fluir, apertando-se a cada cuidadosa mas firme investida Minha, como que a masturbar-Te toda por completo contra Mim… Já não distinguia até que ponto era Eu que Te embalava apertadamente ou Tu mesma que Te retesavas e espremias à volta de todo o Meu pulso, constantemente a quereres apoderar-Te de tudo o que conseguias, numa maravilhosa analogia da Minha mão com um amante do Teu tamanho, e estavas a perder-Te por completo, pelo que decidi que teríamos de brincar de outras maneiras, ainda mais originais……

Palpitavas já na Minha mão quando Eu parei e Te quis ver ainda mais pormenor, sim, queria ver o Teu minúsculo e perfeito Sexo desenhado nas cuequinhas, que agora desamparado, se adivinhava no entanto tenso e muito molhado, em plena loucura frustrada pela interrupção... E pude deslindar o fino fio de aroma de pêssego que exalava de ali, que vinha de Ti...

 

 

Mas Eu queria saber mais e por isso iria também saborear-Te de alto a baixo, sem que nada Me escapasse...

 

Acabei de Te rasgar o vestido, com um derradeiro puxão irresistível e depois tirei-Te as botas, apenas apertando-as nas pontas e fazendo-as poderosamente deslizar para fora com os Meus hábeis dedos… Tinha-Te deixado apenas nas Tuas mínimas roupas interiores...

 

 

À Tua frente, todo o cenário do Meu corpo enorme mudou e, apesar de não poderes sentir medo, espantaste-Te a início pela Minha transformação… Tornei-Me num Vampiro Demoníaco e da Minha interminável boca saiu uma descomunal língua, que nunca mais acabava de deslizar e engrossar cá para fora… E sem aviso, ela esticou-se habilmente até a sentires completamente molhada, quente e gigantemente rugosa nas Tuas pernas, a enrolar-se no espaço que ia abrindo no meio delas com o simples deslizar para Ti…

 

 

 

Apesar de proporcionalmente minúscula, consegui distinguir o pequenino tecido encharcado, a saber a pêssego, das Tuas cuequinhas, onde Te provei a valer… Tu sentias-Te completamente desamparada, lambida ao mesmo tempo em várias partes do corpo por uma massa de língua tão enormecida, quente e vasta, que era inabarcável pela Tua vista… E Eu notava que o Teu estado era de uma êxtase eléctrico, sempre a tremer de Prazer, mas que apenas Te inundava de gozo sem controlo, sem que o pudesses abranger, regular e dosear... 

Insisti ainda mais, não na pressão, para não Te sufocar, mas na habilidade com que Te metia a espetada e tensa língua a passar-Te bem por cada poro, agora sem contemplações, em passagens vastas e avassaladoras, tão fluidamente poderosas que tiveste de Te amparar com as mãos na rugosa e ampla textura !!! E Eu adorei sentir que todo o Teu corpinho se estava a apertar agora na Minha língua, mas Eu queria o Teu sabor original, a Tua essência Tânia...

Segurei-Te de novo com uma mão, deixando-Te perdida de fervor, para Te poder, com apenas o hábil passar de uma unha vampírica, rasgar a prega da frente entre as copas do soutien e depois titei-Te cuidadosamente as cuequinhas, que custaram a escorregar apertadamente ao longo das Tuas curvas, mas que finalmente se perderam no vazio…

Depois, contigo estendida numa mão, pude lamber-Te de uma só vez em várias investidas, como que a passar-Te de alto a baixo, várias ondas poderosamente quentes e rugosas, que Te deixavam completamente desiquilibrada e nem Te davam tempo para compreender, uma vez que eram tão avassaladoras que mal Te começavam nos pezinhos, já Te estavam a inundar todo o resto do corpo, até ressaltar nos cabelos…

 

Mas não consegui saborear o Teu clítoris, precioso tesouro já minúsculo em tamanho real, quanto mais assim, infimamente perdido e longe do alcance das Minhas descomunais e lascivas papilas gustativas… Mas fiquei a conhecer-Te o sabor da pele de uma ponta á outra, distinguindo pequenas nuances entre as pernas, as coxas, o Sexo, a barriguinha, os seios e o rosto, tudo em vagas brutalmente longas, sedosas e molhadas…

 

 

E pude acabar por perceber, embora tudo tivesse acontecido discretamente, que Te estavas a vir… E no Teu caso era original e Eu sentia-Te toda muito bem porque Te amaparava as costas com uma mão e Te segurava a frente com um dedo... O orgasmo interior fazia-Te abrir or braços e as pernas, abrir-Te tensamente ao fulgor que Te ia fervendo nas pernas, Te subia a afoguear as virilhas e começara um turbilhão de calor prazenteiro, de doce abandono a um pungente Prazer trémulo mas que Te levava a abrir-Te em tensão prolongada e apertada e não a fechar… Tive de deixar de Te lamber o corpo todo e tive de Te segurar enquanto aquela original e doce morte vibrante se apoderava de Ti e Te fazia abandonar o Mundo exterior para um furacão lenta mas poderosamente interior…

 

Foi um prazer Tânia, que Me tivesses vindo acordar, tal e qual como no Teu Blog, do tamanho de metade de uma bonequinha Barbie…

 

 

Começo a gostar desta brincadeira, mas a próxima Alma a marcar terá de ser fora de casa, talvez no escritório, quem sabe !!!

 

QUEM SABE NÃO SERÁS TU, NADA NO LO GARANTE, PORQUE NADA É IMPOSSÍVEL PARA UM VAMPIRO SEXUAL !!!

 


Encantado por... Lisboa Dom às 18:45
link do post | Confessa-Te !!! | favorito
1 comentário:
De Sutra a 27 de Janeiro de 2007 às 01:32
Ficarei ansiosa pela continuação...

beijo quente e doce


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