Quinta-feira, 11 de Janeiro de 2007

Violeta na Noite das Ruínas

Mal pousaste no travesseiro, na Tua vivenda de 2 pisos na Rua Conde de Arnoso, por trás da Igreja de São João de Brito, logo adormeceste profundamente, como uma náufraga de fim do dia...

 

 

A Tua gata saltou imediatamente para a cama e levou algum tempo a amassar os lençóis com as patas, acabando r se enroscar quando Tu já estavas bem longe dali, no lugar onde tanto gostas tanto de ir...

 

 

As ruínas do Carmo estavam estranhamente iluminadas de pardo suave, apenas se distinguindo ligeiras tonalidades de verde da relva e de amarelo das paredes....

 

 

O Luar definia muito bem os poucos arcos milagrosamente suspensos Contra o infinito e o calor da noite era tão omnipresente que o ar estava mesmo demasiado morno e quieto para uma noite, cheirando ligeiramente a erva e pedra !!!

 

 

Estavas descalça e apenas usavas um longo e preto vestido leve, simples e elegante...

 

 

Mal podias admirar a originalidade do cenário, pois as palavras mágicas tinham-Te retirado todo aquele lado puramente racionalista e concentrado, deixando-Te apenas com a Tua perigosa e requintada libido!!!

 

 

Desceste calmamente, com os pés indiferentes à pedra, as escadas por trás da entrada e foste caminhando com as mãos a passar pela pedra das paredes, numa repousante procura da razão e da força que Te começava a eriçar as pontas dos seios e a aquecer ligeiramente o Sexo !!!

 

 

Caminhaste pelas lajes mornas familiares e foste espreitando delicada e demoradamente atrás de cada coluna, sempre banhada pela luz irreal da Lua...

 

 

Sentiste um vulto ao fundo, depois a passar lá por cima e r fim, já mais perto de Ti, ao ponto de sentires com um arrepio longo a Tua nuca observada... Voltavas-Te em direcção às sombras, mais por curiosidade, porque medos e cuidados eram sensações que já Te tinha apagado...

 

 

Sem aviso e de forma completamente descarada, uma mão invisível e descarada passou-Te pelo vestido, desde o decote até aos seios, para logo desaparecer, fazendo-os ressaltar suavemente e intensificando a tesão dos Teus mamilos, que adorariam furar o vestido !!!

 

 

Foste subitamente a Correr por entre as colunas, até ao fundo do monumento aberto, numa vontade de ver, de ter, de que algo se precipitasse e acontecesse... Mas só encontravas nas sombras os subtis aromas de uma noite de Verâo, em absoluto silêncio...

 

 

De repente, é mesmo invisivelmente de frente que outra mão te faz uma festa demorada e completamente indecente, arrepanhando-Te o vestido de caminho a deslizar-Te desde as virilhas até ao púbis...

 

 

Da maneira que as palavras mágicas Te deixaram, em vez de Te assustares, estremecias e impacientavas-Te, plena de vontade de ser finalmente agarrada, tocada e possuída !!! Mas num sítio e numa noite tão originais, que Me dei ao trabalho de Te oferecer, Eu queria brincar Contigo, Minha querida Violeta...

 

 

Decidiste finalmente parar junto a uma das mornas e robustas colunas de pedra das ruínas, encostando-Te ligeiramente à mesma, enquanto sentias que o Teu cor todo ardia em tensão, mas não querias arrefecer a uma nova pausa do Nosso jogo do Gato e do rato !!!

 

 

Foi então que sentiste uma sombra bem perto de Ti e antes que pudesses reagir, Eu estava mesmo ali, à Tua frente, já com as Minhas mãos atiradas aos Teus pulsos, que foram por cima da Tua cabeça, até Eu os manter firmemente vincados à coluna, para logo de seguida Te meter uma perna quente e poderosa entre as pernas, onde praticamente ficaras sentada enquanto Eu Te comia a boca toda e Tu a debatias entre a necessidade de respirar e

a louca vontade de ser comida !!!

 

 

Sentia-Te os seios duros a arder por entre o vestido leve e Tu arfavas demorada e profundamente com todo o Teu corpo encostado à dura coluna, numa dança de vítima voluntária, querendo soltar as mãos, que se abriam e fincavam No vazio, mas excitando-Te Cada vez mais por Eu não tas soltar e querendo absorver-Me o cheiro forte do Meu perfume misturado na pele morena...

 

 

Parei momentaneamente saciado, soltando-Te bruscamente e, enquanto Te amparavas para trás na coluna, meti uma mão em cada lado do Teu decote,  afastando-as e puxando vigorosamente para baixo, ao mesmo tempo, rasgando-Te violentamente o vestido todo...

 

 

Os Teus seios saltaram para o banho de luar e sentiste o ar morno da noite a inundar-Te cada poro do corpo !!! Eu respirei o Teu aroma de fêmea em desejo, uma fragrância de leite doce e forte que emanava das Tuas curvas !!!

 

 

Ficaste de boca aberta de sede, a fixar-Me o olhar, com as mãos fincadas na pedra e Eu, estalando os dedos, faço desaparecer todas as Minhas roupas, revelando no escuro os Meus contornos quentes e o Meu Sexo louco de erecção pérfida !!!

 

 

Desta vez, apenas fixando-Te indecentemente o olhar, sem Te tocar sequer, foi apenas  um gesto mágico da Minha mão o que Te obrigou a elevar de novo os pulsos até ao céu escuro e reluzente, até que sentiste umas tiras de cabedal frio a envolverem os Teus pulsos num abraço firme e implacável !!!

 

 

De um dos poucos arcos negros que se recortavam longe no clareado céu nocturno, descera sobrenaturalmente uma espécie de baloiço cruel, com apenas uma fina trave e duas correntes, obrigando-Te a manter os braços abertos, enquanto eras ligeiramente puxada para cima, ficando com as Tuas lindas pernas penduradas e os Teus seios menos salientes mas mais empinados, com os pequenos frutos do pecado mais duros que nunca, quase até arderem de tensão...

 

 

Eras completamente Minha e como ficara mais abaixo de Ti, foi fácil agarrar-Te as coxas, puxar-Tas abertas para cima, pousar-te as pernas nos Meus ombros quentes, meter-Te na Minha cara e enfiar-Te a Minha dura, escaldante e hábil língua pelo Teu Sexo molhado adentro, manobrando-a tão original e habilmente que rapidamente tiveste de Te torcer de Prazer, com vontade de pousares No chão, mas estranhamente a gostar da forma animal como Te comia a Cona assim, Contigo toda estirada até Mim, com a cabeça inclinada para trás e completamente indefesa de movimentos !!!

 

 

E estive assim a comer-Te entre as pernas quentes e o Sexo completamente molhado, por cerca de 5 minutos de tortura inquieta em que parecias ir derreter-Te a qualquer momento

 

 

Mas adivinhei-Te bem Cedo os espasmos, mal eles Te começaram a querer contorcer o corpo... Estalei os dedos no silencio morno das ruínas e a trave desapareceu por magia, à medida que as correntes se amarravam agora uma coluna grossa e imponente, como indecentes serpentes implacáveis…

 

 

Sentias a pedra redonda nas costas e as Minhas mãos a firmarem-se na Tua cintura, enquanto Eu deslizava para baixo e Te ia finalmente, agora seguro de que Te encaminhavas para o orgasmo, metendo a língua mais espetada, mais hábil e louca, mais dentro, a inundar-Te mais tresloucadamente o corpo inteiro, que tremia já de mil sensações precipitadas em todas as partes de Ti e em nenhuma parte em especial !!!

 

 

Foi então que, para Te empinar e retesar ainda mais, outras duas correntes serpenteantes se vieram apoderar dos Teus tornozelos, repuxando-os para a coluna e obrigando-Te a uma maior imobilidade, mas Tua já mal Te apercebias do que Eu Te estava a fazer, embora a tensão do Teu corpo amplificasse agora as convulsões de prazer que redemoinhavam por Ti de alto a baixo !!!

 

 

De repente, parei de Te comer e já naquele ponto em que até sozinha Te encaminharias irreversivelmente para o espasmo crucial, meti-Te displicentemente dois dedos no Sexo, muito mais furiosos, hábeis e implacáveis que a língua, sem pararem de Te encontrar aquele ponto acima da curva interior, que Te deixava já rendida á cascata de contracções que se precipitava em Ti…

 

 

A língua despertou-Te a loucura Violeta, mas agora eram os dedos que Te iam consumar, assim, indefesamente colada  á coluna, naufragamente lançada na insónia das Ruínas do Carmo…

 

 

E lá fora, no solitário Largo do Carmo e no abandonado Elevador de Santa Justa, ninguém teve a oportunidade de ouvir um uivo misterioso e prolongado, entrecortado por gemidos ainda mais libertadores !!!

 

 

E FOI ASSIM O TEU ORGASMO NAS RUÍNAS DO CARMO, VIOLETA !!!

 

 

  

Encantado por... Lisboa Dom às 23:32
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1 comentário:
De Maria João a 18 de Janeiro de 2007 às 12:24
Adorei... amei.... estas imagens!


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