Sexta-feira, 8 de Dezembro de 2006

Susana no Escritório !!!

Quando pensavas que ias ter mais uma das Tuas noites descansadas, quando acabaste de beber o habitual sumo de laranja natural, que Te acompanhava até ao Mundo dos sonhos, quando aconchegaste melhor o edredão à volta dos Teus ombros e encontraste a posição ideal...

 

 

Desfaz-se a Tua janela, não numa explosão, mas num desmoronar de milhentos fragmentos que morrem no chão do Teu quarto !!!

 

 

Acordas sobressaltada, para descobrir ainda mais incrédula, que Te encontravas no Teu open-space, em pleno dia, completamente fresca e aperaltada como sempre, sentada e com o cabelo bem apanhado, só que a total ausência de pessoas e a absoluta quietude do lugar denunciavam que não se tratava de mais um dia de trabalho !!!

 

 

De resto, estavas-Te já nas tintas para o quer que fosse, pois apenas restava em Ti o lado liberto dos Teus desejos mais secretos !!!

 

 

Eu fiquei completamente invisível, porque assim queria permanecer todo o tempo em que ali estivesse, para brincar Contigo a Meu bel Prazer, mas de alguma forma conseguias sentir a Minha presença, só não sabias exactamente onde e tinhas mais vontade de ser desejada, tocada e até mesmo possuída, do que inquietude por não saber exactamente o que Te ia acontecer...

 

 

E eis que se começam a precipitar uma série de acontecimentos, tão estranhos quanto seguidos, dando-Te unicamente tempo para simplesmente ficares à mercê dos Meus caprichos, recebendo todas as experiências que Tinha para Te proporcionar, sem a mínima hesitação ou tabu !!!

 

 

Magicamente a máquina da água deslizou pelo escritório, um copo foi buscar-lhe água e voou até ao pé de Ti, para se Te despejar inteirinho em pleno decote !!!

 

 

Mal começavas a sentir a água fria a entranhar-se descaradamente pela roupa e recebias em cheio, no apertado decote, uma extensa lambida indecente da Minha língua invisível, que Te arrepiou de alto abaixo !!!

 

 

Voltaste-Te para Me encarar, mas apenas descobriste a quietude do escritório, agora de pé, a escorrer água por debaixo das roupas, desde o pescoço até ao umbigo...

 

 

Querias andar, mas não conseguias, procuravas-Me em todo o lado, excitada, tensa, como se ainda Te estivesse a lamber na abertura do decote... E eu apreciava-Te toda de alto abaixo, sem pressas, como Quem admira um manjar bonito e bem arranjado...

 

 

Sentiste-Me o aroma da pele, a par de um vento próximo, para veres o elástico dos Teus cabelos a ser habilmente puxado e atirado para longe !!! E os Teus cabelos eram agora livres, contrastando com o Teu tailleur ainda aprumado...

 

 

Ia gozar Contigo, ia fazer-Te duvidar se Te virias ou não, ia brincar tanto com a Tua libido como com o Teu corpo, altos e baixos Minha cara Susana, ora no auge, ora no retrocesso, eras um brinquedo adorável, tão arrumadinha nessa roupa a rigor e nesses saltos tão finos e empinadinhos !!!

 

 

E começou a dança...

 

 

Empurrei-Te de barriga para uma secretária, meti furiosamente uma mão invisível por entre as Tuas pernas acima e fui puxar-Te as cuequinhas insistentemente até abaixo dos Teus joelhos !!!

 

 

Tu estavas pronta, mesmo desejosa, até afastaste as pernas o mais que as cuequinhas assim Te permitiam, mas Eu juntei-tas sem piedade, subi-Te apenas a saia justa até por cima das nádegas e, sem aviso, meti-Te pelo Sexo acima uma vulgar caneta, pela sua parte de trás, primeiro devagar e logo a seguir com mais vigor, até sentir que, apesar de muito fina e fria, já não entraria mais e Te dava precisamente por isso uma tesão muito especial, diferente !!!

 

 

E logo a deslizei para fora, deixando-Te completamente à espera, mas não r muito, porque agora entrava no Teu ânus, extremamente devagar, mas sempre a deslizar apertadamente, sempre a enterrar-se dura no Teu mais apertado buraco, sempre a subir-Te no íntimo e a invadir-Te de sensações pecaminosos a cada centímetro ganho aos Teus músculos em tensão...

 

 

Tu começaste a retesar-Te e a encolher-Te para baixo, quando zásss, ta tiro com jeito mas num flash, para logo a seguir Te arrepanhas as cuequinhas dos joelhos e despachadamente tas deslizar pelas pernas acima, até se aconchegarem de novo em Ti, mas sem Te descer a saia... Esperaste desamparada, até que Te virei para a frente num rompante e, sempre invisível, enquanto Te metia uma perna entre as Tuas, também Te fazia chupar-Me um dedo com a boca toda, levando-Te com os movimentos impostos pelo mesmo a que o chupasses exactamente como Eu queria, com ardor, com luxúria solta, com paixão, como se fosses ali buscar a Vida toda do Mundo !!!

 

 

Depois, com um copo, atirei-Te despiedadamente com água fria à cara, encharcando-Te mais ainda e quando recuperaste o fôlego, atirei-Te água novamente e mais outra vez, tendo de segurar-Te para não fugires, porque só Te largaria se dissesses a palavra NÃO !!!

 

NÃO, segurei-Te os ombros e atirei-Te uma invisível mas molhada e quente lambida, de alto abaixo, no decote e senti os Teus seios quentes a quererem rebentar de Prazer, estavam a chamar-Me, mas não ia ser assim tão vulgar !!!

 

 

Larguei-Te novamente e ficas-Te uns bons segundos á toa…

 

De repente foste completamente deitada de costas para a mesa, ficando com as pernas ligeiramente penduradas do chão, pelo que Te agarraste com as mãos, às Minhas e finalmente pudeste saber exactamente onde Eu estava, e soubeste, ahhh se soubeste, fui para cim de Ti, ajoelhei-Me na mesa, sentado na Tua cintura, presa agora pelo Meu corpo, meti ambas as mãos no Teu decote e subi-as por baixo da blusa até aos Teus ombros, mas era apenas para Me apoiar bem, porque o que queria era comer-Te a boca e fi-lo, mordi-Te sem ferir, mas quase a doer, cada lábio Teu, ambos ao mesmo tempo, um pouco do queixo, abocanhei-Te a boca das mais variadas maneiras, devassando-Te os lábios carnudos e nem Te deixando respirar…

 

Estavas completamente besuntada de Mim, quando Me levantei, fiquei de pé e cometi o acto impensável… Mijei-Te displicientemente para cima do decote, molhando-Te a blusa, a pele por entre o soutien, a barriga, até o casaco que ainda trazias… Estavas incrédula, mas algo de animal em tudo aquilo Te puxava o lado sórdido, o lado da entrega à loucura sem cálculos, o Teu lado do Prazer sem vergonhas e lançaste-Te para cima, apoiando as mãos na mesa, soerguendo-Te até teres a boca aberta e sedenta a receber aquela fonte, transparente mas quente e muito salgada, que ora Te regava a boca toda, ora Te encharcava o queixo, o pescoço e as roupas…

 

E desapareci, parei, esperei, a ver-Te mais uma vez desamparada e louca, com vontade de Tudo, sim Susana, vontade de tudo, de qualquer coisa que não Te deixasse arrefecer !!!

Mas ia arrefecer-Te, até demais…

 

Dois cubos enormes de gelo glacial, praticamente colados ás Minhas mãos, começaram a deslizar sem cuidado, por entre as Tuas roupas, o peito, os elásticos do soutien, a Tua pele a arder, como se estivesse a besuntar-Te de frio absoluto, como se Te quisesse esfregar de uma só vez com todo o gelo do Mundo… Esperneaste, empinaste-Te, contraíste as pernas, que logo afastei e, sem Te tirar as cuequinhas, habilmente enfiei as mãos por dentro da saia apertada e depois de deslizar pelos collants, tas meti nelas, logo as revirando para as posicionar de forma a Te meter, um cubo depois do outro, invadindo-Te com um choque infernal de frio em calor, como uma faca em manteiga !!!

 

Deixei-Te ali, a contorceres-Te com o gelo por dentro de Ti acima, sem o poderes controlar, sem que houvesse uma intenção, apenas uma descarada invasão indecente que estava em Ti… Foi então que, ainda com o gelo por desaparecer, Te meti o Meu sexo, rapidamente mas a custo, porque o gelo Te retirara todos os fluidos habituais, fazendo com que o Meu quente e duro pénis deslizasse mais em atrito que em fluido, até Te empurrar o gelo glacialmente reduzido até um ponto onde nunca julgaste possível sentir algo dentro de Ti assim…

 

Eras uma desgraça de Prazer, estavas completamente desprovida de moral e receios, eras animalmente luxuriante em cada tremor, e não foi muito difícil que começasses a ter umas súbitas e sequenciais contracções, porque estavas a começar a entregar-Te ainda mais, mas desta vez a Ti mesma, a um poderoso orgasmo libertador !!!

 

E não saí, Susana, não saí de Ti, fodi-Te com mais gana ainda, porque para Mim só agora começara a verdadeira ,motivação e só agora começava a querer foder-Te a sério, só agora Eu Me queria vir, mas já Tu Te fecharas soltamente na ultima contracção, na derradeira verdade descontrolada de um soberbo longo orgasmo !!! Mas não terias o segundo, porque saí de Ti tão depressa como entrei e fui acabar de vir-Me para o Teu pescoço, sim, para o Teu nobre, quente e sensual pescoço, que de tão quente e tenso que estava mal notou o Meu ultimo acto de tortura…

 

Hoje seia impossível ser mais indecente, ser mais tarado, ser mais louco, mas foi nessa mesma loucura que pudeste ter a certeza de que hoje nada teve tabus e tudo foi só puro PRAZER... Foste Minha Susana e nem sequer Te vi os seios, mas adorei o Teu soutien…

 


Encantado por... Lisboa Dom às 02:23
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